Samantha Mainine lança “Senhora da Cor” nas plataformas digitais


Um novo nome na cena musical, a paulista Samantha Mainine lança no dia 3 de dezembro A música “Senhora da Cor” (Samantha Mainine) nas plataformas digitais e redes sociais, juntamente com o videoclipe, que tem direção de Deivide Leme (Couraça Filmes). Composição de Samantha, “Senhora da Cor” pode se passar como romântica, mas na realidade fala de um vazio, de um abandono. “É a hora que aquele encantamento se vai. A música vem de uma história pessoal que serviu de inspiração ou mesmo exorcismo”, diz.

Marcando uma nova fase, diferentemente de outros trabalhos, essa faixa em especial foi pensada e produzida sob um arranjo mais refinado, segundo a cantora: “Chamei meus amigos da época da faculdade de música, e como sou formada em regência e composição o entendimento entre nós foi bem rápido.” Essa singularidade de ser gravada com poucos instrumentos - apenas pelo violão de Samantha, o violoncelo de Samuel Lopes, a percussão de Brício Mendes e o bandolim de Vera Bueno – deu uma roupagem especial à música.  

Plataformas

https://open.spotify.com/artist/6ktvN5DAKT16lUyrsVdfkb?si=3H5gL2tFQ2KdbOPc6EOmwQ

http://www.deezer.com/artist/12297690

https://itunes.apple.com/br/artist/samantha-mainine/1226102792

https://www.youtube.com/channel/UCTN5_j8ISafGjCxGEREkrXw

https://www.facebook.com/SamanthaMainineCantora/


Senhora da Cor (Samantha Mainine)

Senhora da cor, eu vi tua imagem
Tão fina e intensa, com a tez da coragem
Abraço, sorriso, figura tão bela
Cruzei a cancela, perdi o coração

Estrela do mar, toda colorida
De rosas, azuis, jardim, margarida
O teu arco-iris, autor do sequestro,
Brilhante maestro, cumpriu a missão

Rainha da dor me mata afogada
No choro, no escuro, te vejo dourada
Me viro na cama, não tenho o teu lado
Entendo o recado: da alma doação

Burguesa do sal, pra que a maldade?
Eu já não sou nada além da saudade
Procuro por tudo, mergulho no frio
Restou o vazio, restou solidão.

Sobre Samantha Mainine

A imagem da garotinha rodopiando pela sala de casa com a mesma vivacidade ao ouvir tanto a Arca de Noé, do Vinicius, quanto Stevie Wonder, Alceu Valença, Mozart ou Guilherme Arantes ajuda a entender a música de Samantha Mainine. Natural de São Paulo com vivência em Brasília, a cantora e compositora acaba de aportar no Rio de Janeiro. Com seu leque de influências vindas fortemente da MPB, mas também que mescla com o pop, vê no Rio a energia que necessita para seguir com seu trabalho artístico.

A MPB de Chico Buarque, Gil, Gal, Maria Betânia, João Bosco, o pessoal do Clube da Esquina – entre outros - são artistas inspiradores na vida de Samantha, que desde aos 14 anos respira música. Mas a vida também lhe fez outras propostas: é bacharel em física, quase trilhou a carreira diplomática e já deu aulas de inglês e matemática. Mas a música falou mais forte e há cerca de dois anos e meio a vontade de cair de cabeça na vida artística chegou no seu ápice. Começou a gravar as composições e a se apresentar, concretizando o sonho de menina.

Suas composições tratam de contar histórias pessoais ou situações presenciais, além de absorver fatos de uma conversa para iniciar uma letra.  Mas é como intérprete que Samantha se diz mais perto do seu habitat artístico. O fato de formar-se em Composição e Regência pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e passar por corais e pela sonoridade erudita, explica bem a verve interpretativa da artista. “A interpretação, na minha opinião, também é um processo composicional, onde eu preciso ler e reler uma obra já existente, conhecida do público ou não, e contar aquela história da minha maneira”, diz.
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