Pular para o conteúdo principal

Nathalie Lermitte revive Edith Piaf


Um show grandioso, celebrando a vida e música da lendária Edith Piaf. Com mais de 300 apresentações em 50 países, Piaf! The Show já foi assistido por 1 milhão de espectadores. Com realização de Opus Promoções e Dell’Arte sessões em São Paulo e Porto Alegre estão confirmadas: 14 de setembro, no Teatro Bradesco, e 16 de setembro, no Teatro do Bourbon Country.
 
O espetáculo narra a história da carreira da cantora parisiense por meio de suas canções inesquecíveis, complementadas por uma cenografia original e projeções fotográficas inéditas, além de imagens de famosos locais parisienses da era Edith Piaf. Concebido e dirigido por Gil Marsalla e estrelado por Nathalie Lermitte, referência no cenário musical francês.


A canção é certamente uma verdadeira vocação para Nathalie Lhermite. Seu aniversário de 18 anos coincide com o lançamento do seu primeiro álbum, Tu es tout ce que j’aime, para o selo Carrere, tendo duas de suas faixas com vendas superiores a 400 mil exemplares. Em 1995 compartilha com Herbert Léonard a primeira parte do espetáculo de Michel Leeb no Olympia. Paralelamente, Nathalie Lhermite grava várias músicas para programas de TV e desenhos animados. Em 1989 assinala seus primeiros passos no musical, ao ser contratada para Starmania, em que desempenha o papel de Crystal, que assumiria ao longo de três anos no Teatro Marigny em Paris e, na sequência, em turnê nacional, que seria concluída em Moscou e São Petersburgo. Alguns meses depois assumiria o papel de Wendy, na comédia musical Peter Pan, dirigida por Alain Marcel no Casino de Paris.

Após uma estada na Inglaterra, recebe o privilégio de encarnar Edith Piaf no espetáculo Piaf je t’aime, no Teatro do Eldorado, cuja temporada seguiria no Gymnase Marie Bell, partindo dali imediatamente para uma turnê internacional. Em 2002 tem a oportunidade de encarnar Oliver Twist, no célebre musical baseado no romance As Aventuras de Oliver Twist de Dickens, adaptado e dirigido por Ned Grujic. Desempenha também os papéis de Guenièvere e de Viviane no musical Merlin, com direção e adaptação de Ned Grujic. Entre 2003 e 2015 assume o papel-título em uma biografia musical que ela monta a partir de 2009, e que correria o mundo: Piaf une vie en rose et noir. Por fim, embalada por este sucesso, cria e co-escreve com Jacques Pessis Brel de Bruxelles aux Marquises, que fará três temporadas em Paris.


Depois, o apelo da Broadway fará com que aceite o papel da Princesa Fiona no musical Shrek, no Casino de Paris em fevereiro e março de 2012. Assume, a partir de fevereiro de 2015, no Teatro do Palais Royal, Teatro do Gymnase e em turnê, o papel da rainha na peça La petite fille aux allumettes, indicada ao Prêmio Molière, e encenada por David Rozen. Principalmente a partir de março de 2015, Nathalie encena o “one women show” Piaf ombres et lumière, cujo libreto e realização são de sua autoria. O espetáculo é codirigido por ela e Stéphane Vélaard. 


Duração: 110 min.
Classificação: Livre

Dia 14 de setembro, Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo), às 21 horas.
Dia 16 de setembro, Teatro do Bourbon Country (Porto Alegre/RS)
 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pátria deseducadora

A arte popular brasileira ganha um livro

"Eu me ensinei: narrativas da criatividade popular brasileira" é ao mesmo tempo um livro de arte e um compêndio raro sobre a obra de 78 artistas autodidatas de todo o país. “Eu me ensinei sozinha”, frase cunhada por Izabel Mendes da Cunha, conhecida como Dona Izabel, representa, com clareza, a síntese da categoria que aglutina os artistas do livro. A obra será lançada no dia 7 de dezembro de 2017, às 18h30, na Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509, em São Paulo. 
Autoria e projeto editorial de Edna Matosinho de Pontes, a publicação bilíngue (português e inglês), 464 páginas, editada pela Via Impressa Edições de Arte, além de registrar a vida e obra dos artistas relacionados, traz um ensaio aprofundado sobre a questão da arte popular, de Ricardo Gomes de Lima, e texto de apresentação assinado por Fabio Magalhães. 

Com seu arsenal de conhecimento sobre essa expressão artística nacional, acumulado ao longo de 30 anos como estudiosa, colecionadora e galerista, Edna Ponte…

Juiz de direito, guitarrista. E criador de um festival internacional de música

Carlos Motta
A vida de músico não é fácil no Brasil. Da mesma forma, não é para os fracos a tarefa de promover a música num ambiente dominado por uma indústria que odeia a qualidade. Mesmo assim há pessoas que se dedicam simultaneamente à vida artística e à extenuante missão de levar cultura ao público. 

Haja fôlego, haja coragem, haja vontade.

A situação se complica ainda mais quando essa pessoa exerce uma profissão que exige uma atenção constante, quase como um sacerdócio. 

Esse é o caso o doutor José Fernando Seifarth de Freitas, juiz da Vara da Família em Piracicaba, importante cidade do interior paulista, que também é Fernando Seifarth, violonista dos mais respeitados entre o pessoal que toca o jazz manouche, ou cigano, gênero que nasceu da genialidade do belga Django Reinhardt, lá nos anos 30 do século passado e rapidamente se espalhou pelo mundo todo. 

O juiz de direito e o músico, provando que muitas vezes querer é poder, se fundiram há alguns anos para criar um dos mais interessan…