Pular para o conteúdo principal

Sindicato de clubes patrocina concurso literário


O Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes, evento realizado anualmente e em caráter nacional pelo Sindi Clube (Sindicato dos Clubes do Estado de São Paulo) em parceria com a Confederação Nacional dos Clubes (Fenaclubes) e a Academia Paulista de Letras já está com as inscrições abertas. Os sócios de clubes associados e que têm gosto pela escrita, devem ficar atentos pois o prazo de inscrição termina em 30 de junho. 

Em sua 3ª edição nacional, o concurso premia três categorias: poesia, conto e crônica, com tema livre. A obra tem de ser inédita e os concorrentes podem se inscrever em apenas uma categoria. O valor da premiação será de R$ 1.500, R$ 1 mil e R$ 500, respectivamente, para primeiro, segundo e terceiro colocados de cada categoria.

Para mais informações sobre o Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes, inscrições, e premiação, acesse o regulamento completo no site do Sindi Clube (http://www.sindiclubesp.com.br).
 
O Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes nasceu em 2011, com o nome de Prêmio Sindi Clube/APL de Literatura e tinha abrangência apenas no Estado de São Paulo. Em 2016, a parceria do Sindi-Clube firmada com a Academia Paulista de Letras fez com que a premiação passasse a ter abrangência nacional. O número de  inscritos da primeira edição nacional, em 2016, saltou de 220 para 256 em 2017. De 2011 a 2017 participaram das sete edições do concurso 229 clubes, em 101 cidades, com um total de 867 obras inscritas.

O Sindi Clube é o único representante sindical dos clubes esportivos, sociais, culturais e recreativos do Estado de São Paulo, e há 28 anos desenvolve programas, projetos e iniciativas em defesa dos interesses das agremiações sócio esportivas do estado e do Brasil.

Com uma base de 2.200 clubes, aos quais oferece uma estrutura especializada em administração nas áreas jurídica, trabalhista, fiscal, contábil e tributária, recursos incentivados, cultural, esportes e lazer. A entidade é também um interlocutor frequente do governo, consultado e ouvido pelas autoridades de todos os níveis do país, além de federações, confederações e organizações de todos os segmentos da vida nacional. A instituição mantém ainda a Universidade Corporativa Sindi-Clube (USC), que oferece um extenso programa de formação, treinamento e aperfeiçoamento de profissionais de clubes, por meio de uma completa grade de cursos, seminários, palestras e workshops.

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Pátria deseducadora

A arte popular brasileira ganha um livro

"Eu me ensinei: narrativas da criatividade popular brasileira" é ao mesmo tempo um livro de arte e um compêndio raro sobre a obra de 78 artistas autodidatas de todo o país. “Eu me ensinei sozinha”, frase cunhada por Izabel Mendes da Cunha, conhecida como Dona Izabel, representa, com clareza, a síntese da categoria que aglutina os artistas do livro. A obra será lançada no dia 7 de dezembro de 2017, às 18h30, na Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509, em São Paulo. 
Autoria e projeto editorial de Edna Matosinho de Pontes, a publicação bilíngue (português e inglês), 464 páginas, editada pela Via Impressa Edições de Arte, além de registrar a vida e obra dos artistas relacionados, traz um ensaio aprofundado sobre a questão da arte popular, de Ricardo Gomes de Lima, e texto de apresentação assinado por Fabio Magalhães. 

Com seu arsenal de conhecimento sobre essa expressão artística nacional, acumulado ao longo de 30 anos como estudiosa, colecionadora e galerista, Edna Ponte…

Juiz de direito, guitarrista. E criador de um festival internacional de música

Carlos Motta
A vida de músico não é fácil no Brasil. Da mesma forma, não é para os fracos a tarefa de promover a música num ambiente dominado por uma indústria que odeia a qualidade. Mesmo assim há pessoas que se dedicam simultaneamente à vida artística e à extenuante missão de levar cultura ao público. 

Haja fôlego, haja coragem, haja vontade.

A situação se complica ainda mais quando essa pessoa exerce uma profissão que exige uma atenção constante, quase como um sacerdócio. 

Esse é o caso o doutor José Fernando Seifarth de Freitas, juiz da Vara da Família em Piracicaba, importante cidade do interior paulista, que também é Fernando Seifarth, violonista dos mais respeitados entre o pessoal que toca o jazz manouche, ou cigano, gênero que nasceu da genialidade do belga Django Reinhardt, lá nos anos 30 do século passado e rapidamente se espalhou pelo mundo todo. 

O juiz de direito e o músico, provando que muitas vezes querer é poder, se fundiram há alguns anos para criar um dos mais interessan…