Pular para o conteúdo principal

O candidato do Brasil moderno


Como diria o ilustre jornalista Mino Carta, é conhecimento até do mundo mineral que a única liderança política capaz de recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento, no caminho do Primeiro Mundo e da justiça social, é o ex-presidente Lula, esse mesmo que vem sendo incansavelmente perseguido pela mais reacionária e criminosa organização do país, o conglomerado Judiciário-Ministério Público.

Lula não é apenas o elemento aglutinador das esquerdas, ou como queiram, de toda a parcela progressista da sociedade brasileira. É também o único líder capaz de dialogar com todos os outros setores na busca de um grande entendimento que propicie a salvação da democracia e a retomada do crescimento econômico.

"O Brasil precisa de Lula", diz a "Carta das brasileiras e dos brasileiros", que dá título a um abaixo-assinado que circula na internet, pedindo a Lula que ele "considera a possibilidade de, desde já, lançar a sua candidatura à Presidência da República".

Lula candidato pode não evitar a sua condenação em um dos vários processos abertos contra ele pelo conglomerado Judiciário-MP, na tentativa de excluí-lo da disputa em 2018.

Mas se isso ocorrer, se ele começar a percorrer o país e falar às massas já como candidato, a sua posição, e a de todos os que almejam a volta da democracia, será substancialmente reforçada.

O link para o abaixo assinado é: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR97926

A íntegra da "Carta das brasileiras e dos brasileiros" é a seguinte:


Por que Lula? 

É o compromisso com o Estado Democrático de Direito, com a defesa da soberania brasileira e de todos os direitos já conquistados pelo povo desse País, que nos faz, através desse documento, solicitar ao ex-Presidente Luiz Inácio LULA da Silva que considere a possibilidade de, desde já, lançar a sua candidatura à Presidência da República no próximo ano, como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam. 

Foi um trabalhador, filho da pobreza nordestina, que assumiu, alguns anos atrás, a Presidência da República e deu significado substantivo e autêntico à democracia brasileira. Descobrimos, então, que não há democracia na fome, na ausência de participação política efetiva, sem educação e saúde de qualidade, sem habitação digna, enfim, sem inclusão social. Aprendemos que não é democrática a sociedade que separa seus cidadãos em diferentes categorias. 

Por que Lula? Porque ainda é preciso incluir muita gente e reincluir aqueles que foram banidos outra vez; porque é fundamental para o futuro do Brasil assegurar a soberania sobre o pré-sal, suas terras, sua água, suas riquezas; porque o País deve voltar a ter um papel ativo no cenário internacional; porque é importante distribuir com todos os brasileiros aquilo que os brasileiros produzem. O Brasil precisa de Lula! 

(A foto de Lula é de Ricardo Stuckert)

Comentários

  1. Assinar essa Carta, é assinar um compromisso com a vida, a ética , e um futuro decente para nossos filhos e netos. Trabalharemos por isso. Sempre lutamos por isso.

    ResponderExcluir
  2. Viva o Trabalhador. Abaixo a pederastia narco-capitalista.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Pátria deseducadora

A arte popular brasileira ganha um livro

"Eu me ensinei: narrativas da criatividade popular brasileira" é ao mesmo tempo um livro de arte e um compêndio raro sobre a obra de 78 artistas autodidatas de todo o país. “Eu me ensinei sozinha”, frase cunhada por Izabel Mendes da Cunha, conhecida como Dona Izabel, representa, com clareza, a síntese da categoria que aglutina os artistas do livro. A obra será lançada no dia 7 de dezembro de 2017, às 18h30, na Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509, em São Paulo. 
Autoria e projeto editorial de Edna Matosinho de Pontes, a publicação bilíngue (português e inglês), 464 páginas, editada pela Via Impressa Edições de Arte, além de registrar a vida e obra dos artistas relacionados, traz um ensaio aprofundado sobre a questão da arte popular, de Ricardo Gomes de Lima, e texto de apresentação assinado por Fabio Magalhães. 

Com seu arsenal de conhecimento sobre essa expressão artística nacional, acumulado ao longo de 30 anos como estudiosa, colecionadora e galerista, Edna Ponte…

Juiz de direito, guitarrista. E criador de um festival internacional de música

Carlos Motta
A vida de músico não é fácil no Brasil. Da mesma forma, não é para os fracos a tarefa de promover a música num ambiente dominado por uma indústria que odeia a qualidade. Mesmo assim há pessoas que se dedicam simultaneamente à vida artística e à extenuante missão de levar cultura ao público. 

Haja fôlego, haja coragem, haja vontade.

A situação se complica ainda mais quando essa pessoa exerce uma profissão que exige uma atenção constante, quase como um sacerdócio. 

Esse é o caso o doutor José Fernando Seifarth de Freitas, juiz da Vara da Família em Piracicaba, importante cidade do interior paulista, que também é Fernando Seifarth, violonista dos mais respeitados entre o pessoal que toca o jazz manouche, ou cigano, gênero que nasceu da genialidade do belga Django Reinhardt, lá nos anos 30 do século passado e rapidamente se espalhou pelo mundo todo. 

O juiz de direito e o músico, provando que muitas vezes querer é poder, se fundiram há alguns anos para criar um dos mais interessan…