sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Empresas se afundam na inadimplência


Uma coisa é certa: poucos países têm, como o Brasil, um ministro da Fazenda capaz de decretar, como num passe de mágica, o fim da recessão. Pena que a sua afirmação fique só no campo da ficção, pois no mundo real a desgraça promovida na economia pelo golpe de Estado que levou ao poder o Dr. Mesóclise e seu bando de picaretas a cada dia se aprofunda mais.

Hoje  o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgaram números sobre a inadimplência das empresas. E não deu outra: o número das caloteiras aumentou 5,28% em janeiro, em comparação com o mesmo período do ano passado.


Levando em consideração os dados das cinco regiões brasileiras, o indicador demonstrou que o Nordeste teve o maior avanço do número de pessoas jurídicas negativadas em relação a janeiro do ano passado (6,70%), seguido pelo Norte (5,39%), Sudeste (5,29%), Centro-Oeste (4,47%) e Sul (3,17%).

No entanto, o Sudeste teve a maior concentração de dívidas registradas pelas empresas – 43,72% do total de registros do país pertence a empresas da região. Isso se explica pelo fato de a região ter a maior participação no PIB (soma de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro.

Houve também aumento de 3,45% na quantidade de dívidas em atraso em nome de pessoas jurídicas, na comparação com janeiro de 2016. 

O número de empresas devedoras por setor indica que o segmento de serviços (que engloba bancos e instituições financeiras) teve a maior alta de empresas negativadas em janeiro de 2017 na comparação com o mesmo período do ano anterior (8,00%), seguido de indústria (4,78%) e comércio (4,12%).

2 comentários:

  1. Estamos todos afundando. A unica coisa que não afunda são os golpistas. É público e notório, que merda "boia",e vai sendo levada pela correnteza. Eis a explicação mais próxima da realidade para o fenômeno observado em nosso País.

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  2. Isso é que é unir os Brasileiros? Junta todo mundo e empurra no precipício. Não gostei! Passa na frente. Favor não empurrar!

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