terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O Brasil Novo está indo à falência


O release distribuído pela  Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) diz tudo sobre o desastre que tem sido o governo do Dr. Mesóclise e seu bando de picaretas para a economia do país: os pedidos de falência em 2016 aumentaram 12,2% em relação a 2015, e as falências decretadas cresceram 14,7% no ano passado na comparação com 2015.

A situação do Brasil é catastrófica em qualquer setor que se queira analisar.

Os golpistas estão, simplesmente, acabando com a nação.

E quem apoiou o golpe, como a maioria dos empresários, deve agora estar percebendo que deu um tiro no pé.

A íntegra do release vai abaixo:


Pedidos de falência encerram o ano com alta de 12,2%, segundo Boa Vista SCPC

Crescimento dos pedidos de recuperação judicial foi de 49,4%

Os pedidos de falência encerraram o ano com alta de 12,2% no acumulado de 2016 em relação ao mesmo período de 2015, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Em dezembro, o número de pedidos de falências recuou 7,0% na comparação mensal com novembro e aumentou 19,2% em relação a dezembro de 2015 (comparação interanual).

No acumulado do ano, as falências decretadas subiram 14,7% em relação ao ano anterior. Na comparação interanual aumentaram 66,7% e diminuíram 11,2% ante o mês anterior.

Os pedidos de recuperação judicial e as recuperações judiciais deferidas terminaram o ano com crescimento de 49,4% e 59,4%, respectivamente.  A tabela 1 resume os dados.



Seguindo a tendência esperada pela Boa Vista SCPC, mesmo com a leve desaceleração apresentada nos últimos meses, os indicadores de solvência encerraram o ano maiores do que os registrados no ano anterior. A redução da atividade econômica somada aos elevados custos, à restrição e encarecimento do crédito, dificultaram a geração de caixa das empresas e agravaram a situação das empresas que já não vinham bem desde 2015. Em 2017, com uma possível melhora dos indicadores macroeconômicos, os indicadores devem apresentar sinais de melhora.

Distribuição das falências e recuperações judiciais por porte

A tabela 2 mostra como estão distribuídas as falências e recuperações judiciais por porte de empresa em 2016, a partir dos critérios de porte de empresa adotados pelo BNDES.

As pequenas empresas, por exemplo, representam cerca de 86% dos pedidos de falências e 94% das falências decretadas. Tanto nos pedidos de recuperação judicial como nas recuperações judiciais deferidas, as pequenas empresas também correspondem ao maior percentual, ambas com 93% da totalidade de casos.



Distribuição das falências e recuperações judiciais por setor

Na divisão por setor da economia, o setor de Serviços foi o que representou o maior percentual nos pedidos de falência (39%), seguido do setor Industrial (37%) e do Comércio (24%). Em termos de crescimento, o setor industrial foi o que mais aumentou nos valores acumulados no ano (em relação ao ano anterior), com alta de 14,2%. Mantida base de comparação, o Comércio obteve aumento de 12,5% nos pedidos de falência, enquanto o setor de Serviços cresceu 10,1%. Para os demais dados, segue o resumo apresentado na tabela 3 abaixo:

Metodologia

O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registradas na base de dados da Boa Vista SCPC, oriundas dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados.

A série histórica deste indicador se inicia em 2006 e está disponível em:

 http://www.boavistaservicos.com.br/economia/falencias-e-recuperacoes-judiciais/

Um comentário:

  1. O capitalismo brasileiro, aguarda o presidente retornar do funeral em Portugal, para sepultar suas empresas. Se o presidente quizer também pode comparecer ao funeral dos mortos em rebelião nas cadeias. Ou ainda dos atropelados nas marginais de São Paulo, ou dos não atendidos nos serviços de saude, ou dos falecidos por inanição por desemprego, ou..... porra! elegi um Presidente da Republica, e me entregaram um agente funerário? Sacanagem!

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