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Setor de serviços encolhe como nunca no Brasil Novo


O volume do setor de serviços, que representa cerca de 60% do PIB (Produto Interno Bruto, a soma das riquezas da nação) e 70% do emprego no país, apresentou, em outubro, queda de 2,4% na comparação com setembro, na série com ajuste sazonal, depois de ter registrado recuos de 0,3% em setembro e de 1,6% em agosto. 

Os números, do IBGE, são mais um indicativo do quanto tem sido nefasto para o Brasil o governo golpista, em todos os setores, agravando de forma acelerada a crise econômica e dando a impressão de que não dispõe de nenhum meio para, ao menos, amenizá-la - a solução mágica que se anuncia é um pacote de medidas, como se o país não tivesse experimentando dezenas deles depois da redemocratização.


No confronto com igual mês do ano anterior, o setor de serviços registrou queda de 7,6%, a maior para o mês de setembro e para toda a série, iniciada em janeiro de 2012. 

A taxa acumulada nos dez meses de 2016 ficou em -5,0% e nos últimos 12 meses, em -5,1%. 

A receita nominal registrou variação de -1,3%, em outubro frente a setembro, na série com ajuste sazonal, e na comparação com mesmo mês do ano anterior, a variação sem ajuste sazonal ficou em -3,1%. 

As taxas acumuladas no ano e em 12 meses ficaram em 0,0%. 

Os resultados por atividade, na série livre de influências sazonais, apontam variação positiva nos serviços prestados às famílias (0,1%) e variações negativas nos transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-7,0%); serviços de informação e comunicação (-3,1%); serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,9%) e outros Serviços (-0,5%). 

O agregado especial das atividades turísticas apresentou variação de -1,3%, na comparação com o mês imediatamente anterior.

Comentários

  1. E agora? Pra que lado fica o brejo? Me perguntou, um dia desses, uma vaca batedora de panela.

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