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Setor de serviços sofre com o Brasil Novo


O IBGE informa: em setembro, na série livre de influências sazonais, o volume de serviços recuou 0,3% frente ao mês anterior, depois de ter registrado queda de 1,4% em agosto e crescimento de 0,6% em julho. Sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, houve queda de 4,9%, a maior para o mês de setembro na série iniciada em janeiro de 2012, e a 18ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. 

O acumulado nos nove meses de 2016 ficou em -4,7% e, nos últimos 12 meses, em -5,0%.

Entre as atividades, na série livre de influências sazonais, apontaram para variações positivas os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%) e os transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,3%). 

As variações negativas foram as dos segmentos de outros Serviços (-2,5%); de serviços prestados às famílias (-0,9%); e desServiços de informação e comunicação (-0,6%). 

O agregado especial das atividades turísticas apresentou crescimento de 1,5%, na comparação com agosto.

A receita nominal variou -0,7% em relação a agosto, na série livre de influências sazonais, e a variação sem ajuste sazonal ficou em -0,2%, na comparação com mesmo mês do ano anterior. A taxa acumulada no ano ficou em 0,4% e, em 12 meses, 0,2%. 

Como se vê, o Brasil Novo do dr. Mesóclise e seu bando de incompetentes caminha rapidamente em direção ao abismo.

Comentários

  1. O quebra quebra já começou. No Rio, e em Brasilia. Governo golpista e sem noção, não podia dar em outra coisa.

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