terça-feira, 1 de novembro de 2016

Produção industrial já caiu 7,8% no ano

Outra má notícia para o governo do Dr. Mesóclise e seu bando de entreguistas picaretas: a produção industrial do país caiu 4,8% em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o IBGE, embora tenha aumentado 0,5% frente a agosto deste ano, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral recuou 1,1. No acumulado do ano, a queda é de 7,8% e no acumulado dos últimos 12 meses, de 8,8%. 

A produção industrial do país está 20,7% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013, durante o governo Dilma, aquele que, segundo os golpistas, quebrou o país. 


Na passagem de agosto para setembro deste ano, somente duas das quatro grandes categorias econômicas e 9 dos 24 ramos pesquisados apontaram expansão na produção. Entre os setores, as principais influências positivas foram registradas por produtos alimentícios (6,4%), indústrias extrativas (2,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (4,8%), com o primeiro recuperando parte do recuo de 8,0% verificado em agosto, o segundo eliminando a queda de 1,7% observada no mês anterior, e o último voltando a crescer após acumular perda de 12,0% nos meses de julho e agosto.

Entre os 14 ramos em queda, os desempenhos de maior relevância vieram de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-8,1%), de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-2,7%), de produtos de minerais não-metálicos (-5,0%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,2%). Esta última atividade cresceu 8,3% em agosto, enquanto as demais haviam recuado -1,0%, -2,5% e -5,2%, respectivamente.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação a agosto, bens de consumo duráveis (1,9% ) e bens intermediários (1,2%) cresceram, eliminando parte das perdas de agosto: -6,4% e -3,6%, respectivamente. Por outro lado, bens de capital (-5,1%) teve a redução mais acentuada no mês, seu terceiro resultado negativo consecutivo, acumulando no período queda de 8,6%. O setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis (-1,0%) também recuou em setembro de 2016 e acumulou perda de 4,3% em três meses.

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