quinta-feira, 10 de novembro de 2016

E lá vai o comércio,vendendo cada vez menos...

O release do IBGE sobre o desempenho do comércio em setembro dá uma mostra do desastre que tem sido o (des) governo do dr. Mesóclise e seu bando de picaretas, esses que prometiam uma sensacional recuperação econômica, graças ao seu virtuosismo, seriedade, competência e tudo o mais que faltava no governo dos petistas.

Seguem os primeiros parágrafos do texto do IBGE:


Em setembro de 2016, o comércio varejista recuou 1,0%, em volume de vendas, frente ao mês imediatamente anterior, terceiro resultado negativo consecutivo nessa comparação, acumulando perda de 2,4% de julho a setembro. A receita nominal, também na série livre de influências sazonais, recuou 0,3%, após oito taxas positivas seguidas, período que acumulou ganho de 4,6%.

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o volume total das vendas no varejo registrou queda de 5,9% em setembro de 2016, 18ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. Assim, os índices para o volume do comércio varejista também foram negativos para o acumulado dos nove primeiros meses do ano (-6,5%), ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com o recuo de 6,6% em setembro de 2016, reduziu o ritmo de queda frente ao registrado em julho (-6,8%) e em agosto (-6,7%). Para esses mesmos indicadores, a receita nominal de vendas prosseguiu registrando variações positivas: 5,7% contra setembro de 2015; 5,1% no acumulado do ano; e 4,4% em 12 meses, respectivamente.

O comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, ficou praticamente estável (-0,1%) em relação a agosto, na série com ajuste sazonal, após sequência de seis quedas, acumulando perda de 6,5% entre março e agosto. A receita nominal ficou em 0,3%. Em relação a igual mês do ano anterior, o varejo ampliado registrou queda de 8,6% para o volume de vendas e de -0,3% para receita nominal. No que tange às taxas acumuladas, os resultados foram: -9,2% no acumulado do ano e de -10,0% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de -0,6% e -1,6% para a receita nominal, respectivamente.

Frente a agosto, na série com ajuste sazonal, o volume de vendas no comercio varejista mostrou queda de 1,0%, com predomínio de resultados negativos, alcançando seis das oito atividades pesquisadas. 

A queda nas vendas dos segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%) e de móveis e eletrodomésticos (-2,1%) foram as principais influências negativas no resultado global do varejo. Os demais recuos, por ordem de magnitude, foram observados em livros, jornais, revistas e papelaria (-2,0%); tecidos, vestuário e calçados (-0,7%); combustíveis e lubrificantes (-0,5%); e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,3%). 

Por outro lado, o setor de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos avançou 1,0% em relação a agosto, enquanto a atividade de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação ficou estável (0,0%) nessa comparação. 

Considerando o comércio varejista ampliado, o volume de vendas ficou praticamente estável (-0,1%) em relação a agosto, na série ajustada sazonalmente, influenciado pelo avanço de 2,9% em veículos, motos, partes e peças registrando, compensando em parte a queda acumulada de 7,4% entre julho e agosto. Por outro lado, material de construção, com recuo de 3,1% no volume de vendas, pressionou negativamente o resultado do varejo ampliado.

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