Pular para o conteúdo principal

Atividade econômica já caiu 4,8% no ano. Viva o golpe!


A atividade econômica já registra queda de 4,8% de janeiro a setembro, em comparação com igual período do ano passado. Em 12 meses, a retração é de espantosos 5,23%; e no terceiro trimestre, de 0,78%, em comparação com o terceiro trimestre de 2015. 

Os dados são do Banco Central, que divulgou hoje o IBC-Br, Índice de Atividade Econômica, uma espécie de prévia do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas do país), que é calculado pelo IBGE. O IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.


Em setembro, o índice registrou crescimento de 0,15%, na comparação com agosto, depois de ter registrado queda de 1,01% em agosto e de 0,18% em julho, sempre em relação aos meses anteriores.

O pequeno aumento da atividade em setembro, uma quase estabilidade, não deve ser comemorado, pois reflete apenas o esforço da indústria em produzir para o fim do ano.

Os número do BC confirmam o que todos já sabem: o governo do Dr. Mesóclise e seu bando de picaretas é um completo desastre em todas as áreas.

A promessa de que, com os golpistas no poder a economia iria se recuperar, como que num passe de mágica, a cada dia se mostra o que foi, na realidade: um embuste, uma mentira deslavada.

A continuar nesse ritmo, o Brasil, em poucos meses, estará na condição em que se encontrava no governo FHC: quebrado.

Comentários

  1. É realmente impressionante o que fizeram com nosso País. Não demora o caos virá. Já começou o "me dá o meu, que eu também quero". Pagaremos um prêço alto, por desprezar a legitimidade.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Pátria deseducadora

A arte popular brasileira ganha um livro

"Eu me ensinei: narrativas da criatividade popular brasileira" é ao mesmo tempo um livro de arte e um compêndio raro sobre a obra de 78 artistas autodidatas de todo o país. “Eu me ensinei sozinha”, frase cunhada por Izabel Mendes da Cunha, conhecida como Dona Izabel, representa, com clareza, a síntese da categoria que aglutina os artistas do livro. A obra será lançada no dia 7 de dezembro de 2017, às 18h30, na Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509, em São Paulo. 
Autoria e projeto editorial de Edna Matosinho de Pontes, a publicação bilíngue (português e inglês), 464 páginas, editada pela Via Impressa Edições de Arte, além de registrar a vida e obra dos artistas relacionados, traz um ensaio aprofundado sobre a questão da arte popular, de Ricardo Gomes de Lima, e texto de apresentação assinado por Fabio Magalhães. 

Com seu arsenal de conhecimento sobre essa expressão artística nacional, acumulado ao longo de 30 anos como estudiosa, colecionadora e galerista, Edna Ponte…

Juiz de direito, guitarrista. E criador de um festival internacional de música

Carlos Motta
A vida de músico não é fácil no Brasil. Da mesma forma, não é para os fracos a tarefa de promover a música num ambiente dominado por uma indústria que odeia a qualidade. Mesmo assim há pessoas que se dedicam simultaneamente à vida artística e à extenuante missão de levar cultura ao público. 

Haja fôlego, haja coragem, haja vontade.

A situação se complica ainda mais quando essa pessoa exerce uma profissão que exige uma atenção constante, quase como um sacerdócio. 

Esse é o caso o doutor José Fernando Seifarth de Freitas, juiz da Vara da Família em Piracicaba, importante cidade do interior paulista, que também é Fernando Seifarth, violonista dos mais respeitados entre o pessoal que toca o jazz manouche, ou cigano, gênero que nasceu da genialidade do belga Django Reinhardt, lá nos anos 30 do século passado e rapidamente se espalhou pelo mundo todo. 

O juiz de direito e o músico, provando que muitas vezes querer é poder, se fundiram há alguns anos para criar um dos mais interessan…