terça-feira, 10 de maio de 2016

Mais notícias sobre a crise que não é bem isso que dizem ser

Release informa que número de fusões e aquisições no primeiro trimestre atinge recorde para o período. 

Ou seja, a tal crise diuturnamente alardeada pelos meios de comunicação não é be, isso que dizem ser...

Com 210 operações concretizadas nos primeiros três meses deste ano, o número de fusões e aquisições registrou o recorde para o período. Além disso, comparado com o primeiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 10,5%. O aumento das negociações foi puxado pela retomada das  operações domésticas que cresceram 36,5% em relação aos três primeiros meses do ano passado, passando de 63 para 83 transações. Os dados constam na pesquisa de fusões e aquisições realizada trimestralmente pela KPMG no Brasil.

“No geral, tivemos um mercado aquecido em um cenário melhor do que o primeiro trimestre do ano passado principalmente porque as empresas brasileiras aumentaram o seu apetite por aquisições de negócios estabelecidos no país”, destaca o sócio da KPMG no Brasil, Luis Motta.

Dentre os setores, além da tecnologia da informação (com 25 operações), serviços para empresas (21), alimentos, bebidas e tabaco (19), empresas de internet (15) e instituições financeiras (14) foram os que tiveram o maior número de negociações concretizadas.

“O resultado da pesquisa pode sinalizar uma perspectiva de recuperação da confiança das empresas brasileiras em retomarem seus planos de longo prazo e ainda a tentativa de efetuar aquisições com base em preços menores decorrentes do atual cenário de incertezas”, analisa Motta.

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