Pular para o conteúdo principal

A matilha vai agora atrás de Lula

Golpe consumado, mas serviço incompleto.

Faltam ainda duas tarefas essenciais para os empregados dos plutocratas cumprirem as ordens recebidas: prender - ou matar - Lula, para que ele se torne inelegível em 2018, e cassar o registro do PT.

O Congresso cumpriu brilhantemente a primeira parte do roteiro do filme de terror escrito pelos fascistas que acreditam que cultura - e arte - é bem supérfluo: foi fácil, bem fácil, dar um chega pra la na presidenta Dilma.

A bola da vez, agora, é Lula.

Para tanto, a tropa de elite formada por Judiciário, Ministério Público e meios de comunicação está à toda.

Lula dificilmente resistirá até o fim do ano.

Como não resistirão o PT, a esquerda brasileira, e o sonho acalentado por muitos de viver num país democrático, com um projeto político e social inclusivo e capaz de reduzir a ignóbil desigualdade que denigre a nossa imagem em todo o mundo.  (Carlos Motta)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pátria deseducadora

A arte popular brasileira ganha um livro

"Eu me ensinei: narrativas da criatividade popular brasileira" é ao mesmo tempo um livro de arte e um compêndio raro sobre a obra de 78 artistas autodidatas de todo o país. “Eu me ensinei sozinha”, frase cunhada por Izabel Mendes da Cunha, conhecida como Dona Izabel, representa, com clareza, a síntese da categoria que aglutina os artistas do livro. A obra será lançada no dia 7 de dezembro de 2017, às 18h30, na Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509, em São Paulo. 
Autoria e projeto editorial de Edna Matosinho de Pontes, a publicação bilíngue (português e inglês), 464 páginas, editada pela Via Impressa Edições de Arte, além de registrar a vida e obra dos artistas relacionados, traz um ensaio aprofundado sobre a questão da arte popular, de Ricardo Gomes de Lima, e texto de apresentação assinado por Fabio Magalhães. 

Com seu arsenal de conhecimento sobre essa expressão artística nacional, acumulado ao longo de 30 anos como estudiosa, colecionadora e galerista, Edna Ponte…

Juiz de direito, guitarrista. E criador de um festival internacional de música

Carlos Motta
A vida de músico não é fácil no Brasil. Da mesma forma, não é para os fracos a tarefa de promover a música num ambiente dominado por uma indústria que odeia a qualidade. Mesmo assim há pessoas que se dedicam simultaneamente à vida artística e à extenuante missão de levar cultura ao público. 

Haja fôlego, haja coragem, haja vontade.

A situação se complica ainda mais quando essa pessoa exerce uma profissão que exige uma atenção constante, quase como um sacerdócio. 

Esse é o caso o doutor José Fernando Seifarth de Freitas, juiz da Vara da Família em Piracicaba, importante cidade do interior paulista, que também é Fernando Seifarth, violonista dos mais respeitados entre o pessoal que toca o jazz manouche, ou cigano, gênero que nasceu da genialidade do belga Django Reinhardt, lá nos anos 30 do século passado e rapidamente se espalhou pelo mundo todo. 

O juiz de direito e o músico, provando que muitas vezes querer é poder, se fundiram há alguns anos para criar um dos mais interessan…